O que entregamos
Integramos controles de segurança ao ciclo de desenvolvimento sem travar o roadmap. Isso inclui análise estática e dinâmica de código, verificação automatizada de definições de infraestrutura, análise de dependências, detecção de segredos e critérios de aprovação nas esteiras de integração e entrega contínua. O foco é trazer visibilidade de risco no momento certo, antes de produção, com feedback contextual para os times de produto e priorização do que realmente importa.
O problema que resolve
Squads que só descobrem vulnerabilidades tarde demais, acúmulo de itens de segurança sem priorização, ausência de critérios objetivos nas pipelines e falta de visibilidade sobre risco no ciclo de desenvolvimento.
Heads de engenharia, líderes de plataforma e times de segurança que precisam integrar segurança ao ciclo de desenvolvimento sem criar gargalos arbitrários.
Quando os times de produto não têm visibilidade sobre segurança no ciclo de desenvolvimento, quando o backlog de vulnerabilidades cresce sem controle ou quando a organização precisa de conformidade contínua com evidência.
Escopo de atuação
Entregáveis
Como o trabalho acontece, na prática
Quais verificações entram na esteira
Análise estática do código (SAST), análise de dependências e licenças (SCA), testes dinâmicos contra a aplicação em execução (DAST), detecção de segredos em commits, verificação de infraestrutura como código (por exemplo, buckets abertos em Terraform) e varredura de imagens de contêiner. Cada uma pega uma classe diferente de problema: o SAST acha padrões inseguros no código, o SCA acha bibliotecas com CVEs conhecidas e o DAST acha falhas que só aparecem em execução, como configurações incorretas. Nenhuma sozinha cobre tudo, e nenhuma substitui o teste manual de lógica de negócio e de controle de acesso.
Critérios que não travam o time
Barreiras que bloqueiam todo build por qualquer alerta são desligadas em pouco tempo. O caminho é começar pelo que é grave e comprovável, como segredos expostos e vulnerabilidades críticas com exploração conhecida, medir os falsos positivos, ajustar as regras e só então endurecer o critério de aprovação. Um bom desenho usa modo de aviso antes do bloqueio, trata apenas o que foi introduzido na mudança em análise e permite exceções com justificativa e prazo. O feedback deve aparecer no pull request, onde o desenvolvedor já está, com orientação clara de como corrigir.
Referenciais da cadeia de suprimentos
O NIST SSDF (SP 800-218) descreve práticas de desenvolvimento seguro de software; o OWASP SAMM mede a maturidade do programa de segurança de software; o SLSA define níveis de integridade da cadeia de build, com proveniência verificável dos artefatos; o SBOM lista os componentes de um software, em formatos como CycloneDX e SPDX. Assinar artefatos, fixar versões de dependências e proteger as credenciais da esteira de CI/CD também fazem parte. Esses referenciais ajudam a transformar ferramentas soltas em um programa que pode ser explicado a clientes e auditores.
Diferenciais
- Integração que não trava o fluxo dos squads sem critério
- Limiares ajustáveis por criticidade e contexto
- Foco em feedback útil, não em volume de alertas
Metodologia
Mapeamento de pipelines e ferramentas
Configuração de análises e critérios
Integração com backlog e fluxo de trabalho
Ajuste fino e redução de falsos positivos
Acompanhamento e evolução
Destaques
Perguntas frequentes
Pronto para avançar?
Conte sobre seu contexto e desafios. Respondemos com uma proposta clara.
