O que entregamos
SOC e monitoração não são só ferramenta. São processo, correlação, playbook, rotina e decisão. A FF Tech apoia a estruturação e evolução de capacidades de detecção e resposta, desde a definição de fontes de log e regras de correlação até playbooks de resposta e métricas operacionais. Quando o cliente precisa, a FF Tech também opera o SOC, com tecnologia própria. Atuamos em ambientes cloud, on-premises e híbridos, com foco em redução de ruído, priorização de risco e sustentação operacional.
O problema que resolve
Excesso de alertas sem contexto, falsos positivos que consomem o time, falta de playbooks de resposta, visibilidade fragmentada entre cloud e on-premises.
CISOs, heads de segurança e times de operação que precisam estruturar ou evoluir suas capacidades de monitoração e resposta.
Quando a organização precisa implantar ou evoluir SOC, reduzir ruído de alertas, criar playbooks de resposta ou melhorar visibilidade em ambientes híbridos.
Escopo de atuação
Entregáveis
Como o trabalho acontece, na prática
Detecção começa na cobertura de logs
Não se detecta o que não se registra. O primeiro passo é mapear as fontes: provedor de identidade, endpoints (EDR), firewalls e proxies, DNS, trilhas de auditoria de nuvem como o CloudTrail, logs de aplicação e e-mail. Depois é preciso garantir que os eventos cheguem completos, com horário sincronizado (NTP) e campos normalizados, e que a retenção atenda a investigações e a requisitos regulatórios. Só então se escrevem regras. Falhas comuns: coletor parado sem alerta, logs de autenticação ausentes e eventos descartados por excesso de volume. Regras de correlação sem cobertura geram falsa sensação de segurança.
Regras, playbooks e ajuste fino
As detecções são associadas a técnicas da matriz MITRE ATT&CK, como força bruta, uso de contas válidas, execução de PowerShell ou criação de persistência, e revisadas continuamente para reduzir falsos positivos, que cansam o time e escondem alertas reais. Isso também permite medir quais técnicas têm cobertura e quais não têm. Cada alerta relevante precisa de um playbook: quem avalia, quais evidências consultar, como contém (isolar o host, revogar a sessão, bloquear a conta), quando escala e como registra a decisão. A resposta segue um ciclo conhecido: preparação, detecção e análise, contenção, erradicação, recuperação e lições aprendidas.
Métricas que importam
O tempo médio para detectar (MTTD) e para responder (MTTR) mostram se o SOC funciona, desde que cada marco esteja claramente definido: início do evento, detecção, triagem e contenção. Também contam a cobertura das fontes de log, a taxa de falsos positivos por regra, a proporção de alertas realmente investigados e os incidentes que voltaram a acontecer depois da análise pós-incidente. Uma regra que dispara muito e nunca gera ação deve ser ajustada ou removida. Sem essas medidas, o SOC vira apenas uma fila de alertas, sem melhoria contínua e sem argumento para priorizar investimento.
Diferenciais
- Abordagem que combina processo e tecnologia
- Experiência em ambientes cloud e híbridos
- Foco em reduzir ruído e melhorar visibilidade útil
Metodologia
Mapeamento de fontes e cobertura
Definição de regras e playbooks
Implementação e ajuste fino
Operação e resposta
Retrospectiva e evolução contínua
Destaques
Perguntas frequentes
Pronto para avançar?
Conte sobre seu contexto e desafios. Respondemos com uma proposta clara.
