O que entregamos
Implantamos práticas de SRE com foco em confiabilidade mensurável: SLOs definidos por jornada de usuário, observabilidade estruturada (logs, métricas e traces com padrões abertos de telemetria quando aplicável), resposta a incidentes com playbooks e análises pós-incidente, e planejamento de capacidade. O objetivo é que o time de operação tome decisões com dados, com previsibilidade de comportamento do sistema e priorização de risco operacional.
O problema que resolve
Incidentes recorrentes sem causa raiz, falta de SLOs claros, painéis que não explicam o impacto no negócio, alertas ruidosos e ausência de cultura de aprendizado após falhas.
CTOs, heads de engenharia e times de operação que precisam elevar a maturidade operacional e a confiabilidade dos serviços.
Quando os incidentes se repetem sem melhoria estrutural, quando faltam SLOs e métricas de confiabilidade, ou quando a organização precisa de observabilidade útil para decisão.
Escopo de atuação
Entregáveis
Como o trabalho acontece, na prática
Confiabilidade medida, não presumida
Um SLI é um indicador do que o usuário percebe (por exemplo, a proporção de requisições atendidas com sucesso e dentro de um tempo aceitável); o SLO é a meta para esse indicador em uma janela, como 30 dias; o orçamento de erro é a margem restante, ou seja, a diferença entre a meta e 100%. Quando o orçamento se esgota, a prática descrita nos livros de SRE do Google é priorizar confiabilidade sobre novas funcionalidades. Com isso, a conversa entre produto e operação deixa de ser opinião e passa a usar dados.
Observabilidade com logs, métricas e traces
Logs contam o que aconteceu, métricas mostram a tendência e traces seguem uma requisição entre serviços, o que ajuda a achar qual dependência causa a lentidão. Os quatro sinais de ouro (latência, tráfego, erros e saturação) são um bom ponto de partida. Logs estruturados, com identificador de correlação, facilitam a busca; métricas com cardinalidade descontrolada encarecem e degradam a plataforma. O OpenTelemetry é o padrão aberto de instrumentação, o que evita ficar preso a um único fornecedor de ferramentas e permite exportar os mesmos dados para diferentes destinos.
Incidentes e aprendizado
Alertas devem apontar sintomas que exigem ação humana, de preferência ligados ao consumo do orçamento de erro, em vez de causas isoladas como CPU alta. Cada alerta aponta para um runbook que diga o que verificar e como mitigar. Depois de cada incidente relevante, a análise pós-incidente, sem busca de culpados, registra a linha do tempo, os fatores contribuintes, o que funcionou e as ações de melhoria, cada uma com responsável. Também se reduz o trabalho manual repetitivo (toil) por automação. É assim que a mesma falha deixa de se repetir e que o plantão se torna sustentável.
Diferenciais
- SRE com foco em resultados operacionais, não só em ferramentas
- Observabilidade que explica impacto no negócio
- Cultura de análise pós-incidente sem culpar pessoas
Metodologia
Mapeamento de serviços e jornadas
Definição de SLOs/SLIs
Instrumentação de telemetria
Configuração de alertas e painéis
Treinamento e acompanhamento
Destaques
Perguntas frequentes
Pronto para avançar?
Conte sobre seu contexto e desafios. Respondemos com uma proposta clara.
