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Serviços/Segurança Ofensiva

Pentest de Aplicações e APIs

Testes de intrusão em aplicações web, mobile e APIs para identificar vulnerabilidades exploráveis antes que um atacante o faça.

// Sobre

O que entregamos

Conduzimos testes de segurança orientados a risco em aplicações web, mobile e APIs, sejam públicas ou internas. O escopo é definido em conjunto com o time técnico, cobrindo fluxos críticos de negócio, autenticação, autorização, injeção, exposição de dados e falhas de lógica. Os testes seguem referências reconhecidas (boas práticas da OWASP para riscos em aplicações e o framework PTES para testes de penetração) e entregam artefatos prontos para priorização por risco real e correção.

// Contexto

O problema que resolve

Aplicações em produção com vulnerabilidades não detectadas por scanners automatizados. Times que precisam de visibilidade objetiva sobre risco técnico antes de auditorias ou releases críticos.

Para quem é

CTOs, heads de produto, líderes de engenharia e times de segurança que precisam de uma avaliação independente da postura de segurança das suas aplicações.

Quando contratar

Antes de auditorias, após mudanças significativas na aplicação, como requisito de compliance, ou quando o time precisa de uma visão externa sobre a superfície de ataque.

// Atuação

Escopo de atuação

Aplicações web e SPAs
APIs REST, GraphQL e gRPC
Aplicações mobile (Android/iOS)
Fluxos de autenticação e autorização
Integrações com terceiros e gateways de pagamento
// Output

Entregáveis

Relatório executivo e técnico em português
Plano de correção com priorização por criticidade
Reteste gratuito por 30 dias
Repasse técnico com o time de desenvolvimento
// Na prática

Como o trabalho acontece, na prática

O que entra no teste

Autenticação e gestão de sessão (política de senhas, MFA, expiração e invalidação de tokens, JWT com algoritmo e assinatura validados), controle de acesso (BOLA/IDOR, ou seja, acessar objetos de outros usuários alterando um identificador; escalada de privilégio vertical e horizontal), validação de entrada (injeção de SQL, de comandos e de templates, XSS, SSRF), lógica de negócio, exposição excessiva de dados em respostas de API e configuração de segurança, como cabeçalhos HTTP e CORS. Em APIs, a referência é o OWASP API Security Top 10; em aplicações web, o OWASP Top 10 e o ASVS; em mobile, o MASVS.

Como a exploração é conduzida

Ferramentas automatizadas ampliam a cobertura, mas o que define o resultado é o teste manual: encadear falhas pequenas, abusar de fluxos de negócio e validar o impacto real. Um exemplo comum é combinar um IDOR de baixo risco com uma enumeração de usuários para chegar a dados de muitos clientes. Também se testam condições de corrida em saldos e cupons, contorno de limites de requisições e mass assignment. Uma vulnerabilidade só entra no relatório com evidência reproduzível (requisição, resposta e passos), e a severidade considera a facilidade de exploração e o impacto para o negócio, podendo usar o CVSS como apoio, não como única nota.

Sinais de que o teste é necessário

Lançamento de uma aplicação ou de uma API pública, mudança relevante em autenticação, autorização ou pagamentos, integração com terceiros, migração de arquitetura, exigência de cliente ou de auditoria, ou ausência de um teste manual recente. O PCI DSS 4.0.1 (requisito 11.4), por exemplo, prevê testes de penetração em ambientes que tratam dados de cartão. Scanners e testes automatizados de rotina encontram problemas conhecidos, mas não substituem a visão de quem tenta explorar o sistema como um atacante, nem avaliam regras de negócio específicas. Um bom resultado inclui o reteste das correções, para confirmar que a falha deixou de existir.

// Diferenciais

Diferenciais

  • Testes manuais por especialistas, não apenas automação genérica
  • Relatório com contexto de negócio, não apenas lista de CVEs
  • Reteste gratuito por 30 dias para validar as correções
  • Repasse técnico direto com o time de engenharia
// Processo

Metodologia

01

Definição de escopo e regras de engajamento

02

Reconhecimento e mapeamento da superfície de ataque

03

Testes manuais e automatizados

04

Exploração controlada de vulnerabilidades

05

Relatório com evidências e recomendações

06

Reteste gratuito por 30 dias

// Destaques

Destaques

Escopo definido em conjunto com o time técnico
Testes manuais complementares a scanning automatizado
Simulações alinhadas a riscos comuns em aplicações web e a metodologia estruturada de testes de penetração
Relatório com evidências reproduzíveis e priorização por risco
// FAQ

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva um pentest de aplicação?

Normalmente de 2 a 4 semanas, dependendo da complexidade dos fluxos e do número de APIs envolvidas.

Posso incluir APIs internas no escopo?

Sim. Cobrimos APIs públicas e privadas, inclusive serviços internos com credenciais fornecidas pelo time.

O teste pode derrubar meu ambiente de produção?

As regras de engajamento são definidas antes do início. Testes destrutivos só são executados em ambientes de homologação, salvo acordo prévio.

// Próximo passo

Pronto para avançar?

Conte sobre seu contexto e desafios. Respondemos com uma proposta clara.