O que entregamos
Avaliamos a segurança de redes, servidores, dispositivos e ambientes cloud como um atacante faria. O escopo inclui reconhecimento externo, testes internos, movimentação lateral, escalada de privilégios e avaliação de configurações nos principais provedores de nuvem. O objetivo é mapear caminhos reais de comprometimento e entregar um plano de mitigação claro, com priorização de risco.
O problema que resolve
Redes com segmentação frágil, servidores expostos, configurações de nuvem permissivas e falta de visibilidade sobre caminhos de ataque internos.
CISOs, heads de infraestrutura e times de operação que precisam entender o risco real do ambiente de rede e cloud.
Quando a organização precisa validar a postura de segurança da infraestrutura, antes de auditorias, após incidentes ou quando há expansão significativa do ambiente.
Escopo de atuação
Entregáveis
Como o trabalho acontece, na prática
O que entra no teste
Superfície exposta à internet (portas, serviços, painéis administrativos, subdomínios esquecidos), redes internas, servidores e estações, dispositivos de rede e de segurança, Active Directory e ambientes em nuvem. Exemplos de verificação: versões de software vulneráveis, protocolos legados como SMBv1, compartilhamentos abertos, senhas padrão em equipamentos, segmentação entre redes de usuários e de servidores e proteção de contas privilegiadas. O objetivo não é listar vulnerabilidades isoladas, e sim mostrar caminhos reais de comprometimento, do primeiro acesso até os ativos que mais importam para o negócio. Também entram contas com senha fraca ou reutilizada, serviços de diretório expostos e falta de monitoração de acessos incomuns.
Cadeias de ataque, não achados soltos
Em ambientes corporativos, o impacto costuma vir da combinação de falhas: credenciais reutilizadas, permissões excessivas, delegação mal configurada no Active Directory, serviços legados e segmentação fraca. Exemplos clássicos são o Kerberoasting contra contas de serviço com senha fraca e privilégio alto, o relay de autenticação NTLM quando a assinatura de SMB não é exigida e modelos de certificado vulneráveis no AD CS. A movimentação lateral e a escalada de privilégios são exercitadas de forma controlada, com o comportamento do atacante descrito segundo a matriz MITRE ATT&CK, o que ajuda a defesa a ajustar suas detecções.
Na nuvem, identidade é o perímetro
Em AWS, Azure e GCP, o risco está menos na rede e mais em identidades, papéis, chaves de acesso, armazenamento exposto e configurações de serviços. Casos frequentes: políticas IAM com curingas, papéis que permitem escalada de privilégio por iam:PassRole, chaves de acesso sem rotação, buckets públicos, acesso ao serviço de metadados de instâncias por SSRF (o IMDSv2 reduz esse risco) e segredos em variáveis de ambiente. A avaliação verifica o que uma credencial comprometida consegue alcançar e se a trilha de auditoria permitiria perceber o uso indevido.
Diferenciais
- Combinação de pentest de rede e nuvem no mesmo engajamento
- Avaliação de caminhos de ataque ponta a ponta
- Foco em riscos reais, não apenas em achados de scanner
Metodologia
Reconhecimento externo e OSINT
Scanning e enumeração
Exploração controlada
Movimentação lateral e escalada
Relatório com evidências
Reteste gratuito por 30 dias
Destaques
Perguntas frequentes
Pronto para avançar?
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